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sábado, 23 de novembro de 2013

Telefônica Vivo abre programa de trainees

Além de salário compatível com o mercado, os selecionados terão vários outros benefícios


A Telefônica Vivo recebe, até o dia 27 de novembro, inscrições para o seu programa de trainees. Poderão se inscrever candidatos de todas as áreas que tenham conclusão de curso de nível superior prevista entre dezembro de 2011 e dezembro de 2013.

A empresa oferece vagas para atuação em Auditoria, Finanças, Marketing, Planejamento Comercial, Recursos Humanos, Relacionamento com o Cliente, Relações Institucionais, Inovação, Comunicação, Engenharia de Telecomunicações/ Redes, Jurídica, Tecnologia da Informação e Planejamento Estratégico e qualidade. Os selecionados vão atuar em São Paulo.

Além de salário compatível com o mercado, os selecionados terão vários outros benefícios:

• Participação nos lucros;
• Celular (aparelho e linha com plano especial);
• Dia livre para celebração do aniversário (day off);
• Assistência médica e odontológica;
• Vale alimentação;
• Vale refeição;
• Vale transporte;
• Plano de previdência privada;
• Seguro de vida;
• Auxílio creche e babá.

A Telefônica Vivo também oferecerá aos trainees curso de pós-graduação no horário de trabalho, financiado pela própria empresa. Para mais informações e inscrições, acesse http://www.telefonicavivotrainee.com.br/.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A importância da crítica para o crescimento de uma pessoa

Crescemos mais com elogios, ou com críticas? A resposta para essa pergunta depende de como cada um de nós enxerga as coisas. Na minha opinião, o verdadeiro líder prospera na adversidade, pois, é nesse momento que ele acorda e começa a desenvolver seus talentos ocultos, para responder as variáveis negativas do ambiente


Marquês de Maricá disse que: “A inveja, que abrevia ou suprime os elogios, é sempre minuciosa e prolixa na sua crítica e censura”.
Quando uma pessoa expõe nossos pontos fracos e quer demonstrar nossos erros, devemos absorver essas contestações e tentar aprender algo positivo com elas, de forma que possamos evoluir, tornando-nos seres mais desenvolvidos e inteligentes.
De uma forma geral, o ser humano não gosta de ser questionado, altercado, contestado, enfim, de ser contrariado por uma outra pessoa. Isso acontece, porque as pessoas consideram como inimigas, todas aquelas pessoas que se dividem contra elas, sendo assim, qualquer sujeito que resolve fazer uma crítica, é visto como um adversário, mesmo que o mesmo tenha razão em suas ponderações. Dessa forma, vivemos cercados de um grupo de pessoas que aprende pouco, por conta da não aceitação de algumas alfinetadas positivas que essa orgulhosa sociedade recusa-se a aceitar.
Semelhantemente a uma criança, que vai aos prantos ao receber uma bronca ríspida do pai, essas pessoas se recusam a receber uma “sacudida”, por parte de alguém que busca fazer a famosa crítica construtiva, que é aquela que é feita apenas para ajudar a pessoa a se encontrar. Essa crítica é extremamente importante para o crescimento e maturidade da pessoa, primeiro porque ensina a mesma a ser competitiva e, segundo, porque abre a mente para algo que estava oculto sob os olhos dela, fazendo com que a sua percepção da realidade seja otimizada.
Infelizmente, algumas pessoas usam a crítica para derrubar uma pessoa. Funciona mais ou menos assim: a pessoa observa a vítima e faz um diagnóstico da mesma, após isso, ela encontra 99 acertos e 1 erro, e, após a colheita desses dados, o recalcado lança todas as suas forças em cima da divulgação desse único errinho que encontrou nessa pessoa, como se trabalhasse para supervalorizar esse pequeno defeito, fazendo com que o olhar da maioria das pessoas se desviasse dos 99 acertos e focasse apenas nesse erro singular (manipulação). Sendo assim, esse ser se alimenta do erro das pessoas e cresce em cima deles, portanto, ele somente existe para ver as coisas negativas e negligenciar as positivas.
Portanto, esse sangue suga emocional não merece crédito e devemos apenas ignorá-lo, pois, não cabe a nós fazer absolutamente nada, haja vista, que o universo se encarregará disso com toda a certeza, pois, é a lei da colheita, colhemos aquilo que plantamos, sendo assim, se alguém quiser colher bondade, felicidade e caridade, deve plantar o mesmo. O livro As Sete Leis Espirituais do Sucesso, de Deepak Chopra, menciona exatamente isso, em uma das sete leis que o autor descreve como sendo imprescindíveis para o sucesso de uma pessoa, mais especificamente na lei de número dois, chamada de Lei da Doação, que, em poucas palavras, significa que se quisermos coisas boas, devemos dá-las aos outros e o universo, nos retribuirá em igual quantidade, portanto, fazendo o bem, sempre prosperaremos, não importa o que aconteça. Dar ouvidos a essas pessoas é alimentar as negatividades do universo e trabalhar em prol da malignidade existente ao nosso redor, sendo assim, escolha sempre o caminho da luz.
Como funciona a crítica em uma empresa?
Em uma empresa, para todos os efeitos, devemos atacar o problema e não a pessoa. Por exemplo, se um colaborador age com indolência em uma organização, cabe ao líder atacar e combater esse problema (a indolência) e não o colaborador (em um ataque pessoal). Ataques pessoais são julgamentos, e, se todos somos seres errantes, não temos autoridade para agir dessa forma.
Outra questão, que é de responsabilidade do líder, é saber como corrigir um colaborador, de forma que o mesmo se sinta respeitado, mesmo sendo questionado.  As pessoas respeitam o líder pela influência que o mesmo causa nelas, sendo assim, as pessoas querem segui-lo por conta de acreditarem naquilo que ele propaga através de seus atos, portanto, através da coerção, dificilmente um líder terá o respeito de uma equipe, sendo assim, palavras como hostilidade e agressividade devem ser trocadas por respeito e cordialidade. Um grande líder cria um clima organizacional harmônico, fazendo com que os relacionamentos sejam saudáveis e afáveis. Vou mais além, um verdadeiro líder tem a capacidade de desenvolver seus liderados e fazer os mesmos serem tão bons quanto ele, disseminado seus conhecimentos e informações, para que assim, ele tenha uma equipe forte e de alto desempenho.
Uma crítica nada mais é do que a manifestação de uma pessoa sobre um fato, de modo que, é colocado um assunto em cima da mesa e cabe à pessoa refletir e fazer ponderações (positivas ou negativas) sobre o mesmo. Portanto, é uma maneira de crescer intelectualmente, quebrar paradigmas e mudar nossos pensamentos, fazendo com que nos tornemos pessoas melhores.
Vivemos em um país democrático e somos livres para expressar nossas opiniões, independentemente do que a sociedade defende como sendo os “padrões imutáveis”. A discrepância nos faz crescer e evoluir, portanto, deve ser vista como algo positivo, principalmente nas empresas, haja vista, que é desse antagonismo de pensamentos que surgirão as ideias mirabolantes e inovadoras. Salvador Dalí disse que: “É preciso provocar sistematicamente confusão. Isso promove a criatividade. Tudo aquilo que é contraditório gera vida”.
Vale lembrar também, até para fundamentar melhor o que foi dito acima, que uma boa ideia não nasce pronta, haja vista, que ela precisa ser melhorada gradativamente, até que alcance a perfeição. E para que isso possa ocorrer, é necessário que ela passe por um processo de peneiramento (onde serão retiradas as imperfeições) e otimização (onde serão aguçados os pontos fortes), para que assim, ela se transforme em algo viável e lucrativo.
Qual é o alimento da crítica?
A crítica é mantida e acrescida de acordo com as atitudes que o receptor da mesma tem, ou seja, se ele acreditar e der poder a ela, a mesma se transformará em algo realmente existente e pior do que isso, extremamente potente e alienante. Em outras palavras, ele criará uma barreira contra si mesmo, por conta de uma inverdade criada por um inimigo, que irá transformá-lo em um ser que faz da autossabotagem a sua âncora.
Em contrapartida, esse grande demônio perderá totalmente sua eficácia se seu receptor tiver plena confiança em suas competências e principalmente, se este, tiver a habilidade de olvidar no momento em que esse “barulho” ensurdecedor chegar até ele, ou seja, se ele entender que ninguém possui o direito de fazer uma avaliação de seus pontos fracos, ele fará com que esse “fiscal” perca sua farda e sua capacidade de multá-lo.
O que você precisa entender é o seguinte: as pessoas nunca estarão satisfeitas com sua personalidade, haja vista, que elas possuem um sonho utópico de que um dia, essa terra será recheada de seres que possuem pensamentos análogos entre si, onde opiniões divergentes inexistam. Ora, nem em um desenho animado isso serial possível, pois, que graça teria uma história que fosse criada sem uma antítese? Haveria Tom sem Jerry? Haveria Batman sem Coringa? Haveria Homem-Aranha sem Duende Verde? Certamente que não.
O que faz o mundo ser tão regozijante é exatamente o contraditório: o preto e o branco, as trevas e a luz, o Yin e o Yang, o frio e o calor, o problema e a solução, e assim sucessivamente. Portanto, que possamos ser mais tolerantes com nosso dissemelhante, pois, é ele o ingrediente principal de nossa criatividade e consequentemente de nossa felicidade.
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Cuidado com o que você deseja

De tudo que aprendi e estudei sobre ciências sociais até hoje, uma das minhas teorias favoritas é a das Profecias Auto-Realizantes

Antes, uma curiosidade: o autor da teoria que vou abordar aqui foi o sociólogo Robert K. Merton. Acontece que ele teve um filho chamado Robert C. Merton. Robert K. Merton ganhou vários prêmios e fez várias contribuições na área de sociologia. Robert C. Merton ganhou um prêmio Nobel em economia. Se eu ganhasse um sorvete para cada vez que vi um professor ou autor confundir os dois, citar o Robert K. Merton como o “C” Merton, ou até simplesmente “Robert Merton” como se fosse uma só pessoa, incluindo alguns “famosos” em congressos e até publicações científicas, eu seria um cara bem mais gordinho.


Voltando ao tema, O sociólogo Merton dizia que a simples expectativa de algo ironicamente pode acabar causando esse algo. Se todos os clientes de um banco acharem que ele está mal das pernas, tirarão seu dinheiro de lá. Com vários clientes sacando dinheiro ao mesmo tempo, o banco não cumpre suas obrigações e acaba quebrando.

Uma crença, mesmo que errada, causa um comportamento que acaba transformando tal crença em realidade. Se todo mundo acha que o mercado imobiliário é um ótimo investimento e começa a pagar preços altos por apartamentos, enquanto a onda se manter quem vender ganhará dinheiro, tornando os imóveis bons investimentos. Se todo mundo acha que determinada marca de celular é a marca mais popular, mais pessoas comprarão esse celular, transformando-o no aparelho da vez.

A teoria também pode ser aplicada em outras situações: por algum motivo, você não vai com a cara de uma pessoa que acabou de conhecer, a trata de uma forma meio distante. Percebendo isso, tal pessoa vai manter distância de você, confirmando sua profecia de que aquela é uma pessoa fria e distante.

Você acredita que um colega de trabalho é desleal, o trata como desleal, acaba levando a situação para o nível pessoal e eventualmente esse pessoa não sentirá a mínima necessidade de ser leal a você em uma questão de trabalho. Você desconfia que seu relacionamento com seu cônjuge está ruim. Começa a patrulhar cada movimento dele ou dela, fazer cobranças e causar discussões, todos comportamentos e ações com boas chances de prejudicar um relacionamento.

Enfim, a partir do momento em que existe uma crença, por mais irreal que ela seja, ela tem o poder de mudar nosso comportamento. Isso faz com que a profecia se torne realidade.

Pense nisso da próxima vez em que lembrar de si como um sucesso, um fracasso, um bom ou mau aluno. Quando elogiar alguém, quando fizer uma análise e tentar interpretar o comportamento de outras pessoas, ou pensar sobre uma situação que parece óbvia a todos à nossa volta. O selo que você está colocando, a expectativa que você está criando, pode ter um efeito absurdamente grande. Crenças criam comportamentos, que tornam nosso mundo realidade. Fazemos isso sem querer, individualmente, em grupos e até como sociedades inteiras.

Ironicamente, sem precisar de mágica ou habilidades especiais, os profetas vão citar os resultados como prova de que estavam certos o tempo todo. Se você acerta uma previsão, é difícil pensar que uma mudança de comportamento, e não sua habilidade de adivinhar o futuro, foi responsável por isso.
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Você sabe o que é Team Coach?

O líder precisa incentivar, motivar, levar às pessoas a entender que aquela atividade é tão importante e fundamental como qualquer outra da empresa e mostrar o reflexo dela nos resultados alcançados pela organização


Depois de toda a preparação, é hora de o líder entrar em campo e colocar em prática tudo que aprendeu. É assim que funciona o Team Coach. Atualmente, as principais universidades do mundo aplicam o formato do programa como melhor prática para o aprendizado: 70% com experiências reais e ações práticas; 20% por meio de interação e relacionamento com outras pessoas e 10% com o aprendizado cognitivo formal, como cursos e leituras. A teoria e aprendizado cognitivo são importantes, mas é a prática, a aplicação dos conceitos nas atividades diárias, as experiências enfrentadas que contribuirão com o desenvolvimento .
O objetivo desse trabalho é apresentar uma metodologia para aumentar a performance das equipes. Atualmente, as empresas, independente do porte, ramo de atividade e nacionalidade, possuem um grande desafio de produzir mais com os recursos que tem à disposição e, para isso, necessitam trabalhar três fatores fundamentais às equipes vencedoras: alta capacidade de gestão, objetivos claros e desafiadores e uma liderança eficaz, capaz de motivar e inspirar as pessoas, promovendo maior engajamento, propósito e pertencimento.
Alta capacidade de gestão é fundamental a qualquer equipe que deseja ir além, ser um diferencial dentro da empresa, fazer mais com menos. E quando falamos de gestão, falamos, necessariamente, de planejamento, priorização de demandas – inclusive sabendo a hora de rejeitar algumas delas – e clareza no entendimento dos reais motivos pelo quais estamos fazendo determinado trabalho. Isso tudo é tão óbvio quanto negligenciado pelas empresas, mas é condição básica para um time qualificado. Quando priorizamos as atividades corretas e dizemos não para as que não julgamos essenciais num primeiro momento, criamos foco e energia sobre o que realmente importa e “mexe o ponteiro” na organização, mantendo a disciplina estratégica.
Objetivos claros e desafiadores parecem óbvios também, mas aqui valem algumas perguntas: as pessoas têm clareza dos objetivos da empresa? E dos seus objetivos? Há algum link entre eles? Quanto os líderes estão realmente lançando mão de metas desafiadoras? Quanto tempo se “perde” hoje olhando para as atividades dos liderados, procurando desafiar as entregas? Essas e outras perguntas são fundamentais quando falamos de objetivos. Um desafio fácil de ser realizado, não é desafio. E para manter as pessoas focadas nos resultados e constantemente motivadas, entre outras ferramentas, é crucial que elas sejam sempre desafiadas e que tenham clareza do que e do porque estão fazendo. E ainda podemos ir além, criando metas compartilhadas entre as pessoas e áreas, gerando comprometimento e senso de responsabilidade. Com o tempo, as batalhas individuais serão vencidas ou perdidas, mas o que de fato impulsiona ainda mais o sucesso da empresa são as novas formas de trabalho conjunto.
E por fim, mas não menos importante, qual é o papel do líder nisso tudo? O líder precisa incentivar, motivar, levar às pessoas a entender que aquela atividade é tão importante e fundamental como qualquer outra da empresa e mostrar o reflexo dela nos resultados alcançados pela organização. O líder tem de estar junto na hora de planejar, priorizar e entender as demandas que chegam. Tem de ajudar a definir o que fazer primeiro e até o que não fazer. Tem de desafiar constantemente sua equipe a realizar entregas diferenciadas, criando um ambiente orientado a pessoas, propício para o desenvolvimento de talentos. Enfim, o líder precisa estar junto atuando como gestor, educador e transformador, promovendo uma mentalidade de liderança em toda a organização.
Esses são os três pilares da metodologia que intitulamos GOL (Gestão, Objetivos e Liderança) e que iremos detalhar seus resultados, logo abaixo. Essa metodologia foi desenvolvida por uma equipe de líderes que buscam constantemente a excelência em seus trabalhos, mas que sabem que só a conseguirão se forem capazes de construírem, junto com seus liderados, equipes de alta performance altamente conectadas com os valores da empresa. Essa metodologia foi aplicada durante 45 dias e trouxe alguns resultados promissores, que serão mostrados logo abaixo através de indicadores de performance. Porém, mais do que indicadores, esse trabalho nos mostrou uma mudança comportamental, evidenciada por traços de mudanças de atitude, que é o primeiro passo para desenvolver uma equipe excepcional.
Resultados apresentados no programa de Team Coach na Serasa Experian
Antes da aplicação da metodologia, o grupo realizava 50% dos briefings no mesmo dia que recebia a demanda. Na medição realizada após a aplicação da metodologia, esse percentual aumentou para78%, gerando mais agilidade no processo.
Observamos também um aumento de 20% de produtividade na etapa da especificação das demandas que são encaminhadas para TI pela equipe de Engenharia de Produtos (de baixa complexidade, pois essas possuem dependência exclusiva da área). Antes da utilização da metodologia proposta para aumentar a capacidade de planejamento e priorização e foco no resultado, 14% das especificações eram realizadas em até um dia. Esse número aumentou para 17%, mesmo diante do crescimento médio de demandas.
Na média 84,5% das equipes concordam que a metodologia contribuiu para a melhoria do seu trabalho, ajudando-os a ter foco no resultado, destacando alguns impactos específicos, tais como: Planejamento: 95% das equipes entende que o planejamento adequado permite manter o foco no resultado, mantendo a visão do todo, contribuindo com o comprometimento da equipe para atingir os resultados. O mesmo ocorre com a clareza no entendimento, mais de 85% das equipes destacaram na pesquisa que o entendimento adequado das demandas evita retrabalhos.
Finalizando, a maioria das equipes concorda que a metodologia contribui para que a área tenha critérios claros do que é prioritário. A aceitação do critério de metas compartilhadas também foi bem aceito com 85,8% de aprovação. De acordo com comentários dos liderados “Promove o senso de equipe e um ambiente de constante aprendizado e objetivos comuns”.
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Uma faculdade entre dois negócio

Nem todo mundo consegue conciliar emprego e faculdade. O que dizer, então, de gerenciar duas empresas enquanto se envolve completamente com o mundo acadêmico, com projetos de pesquisa e extensão?


Com apenas 24 anos, Paulo Rockembach conseguiu aliar de forma competente dois negócios e o curso em Administração

O empresário Paulo Rockembach Júnior conseguiu aliar todas as competências necessárias tanto para conseguir se formar com mérito estudantil pela Universidade do Vale do Itajaí - SC (Univali), quanto para se destacar no mundo dos negócios, além de demonstrar capacidade para a gestão do próprio tempo.

De acordo com a professora Kellen da Silva, professora de ARH do curso de Administração da instituição, Paulo demonstrou ser um aplicado pesquisador e articulador de ideias em sala. “Sob minha orientação, apresentou o TCE¹ de abertura do seminário, tendo em vista o nível de profundidade empregada em um trabalho de graduação. Trabalho esse que foi convertido em artigo e apresentado no ENANGRAD² e em outros fóruns”. Por essas e outras qualidades, ele é o Administrador do Futuro desta edição.

Na época da universidade, você já administrava duas empresas familiares, participava de projetos de pesquisa e estudava todos os dias. Como conseguiu conciliar tantas atribuições?

Eu acredito que a conciliação dessas tarefas se dá principalmente quando um objetivo é estabelecido e o foco do profissional se direciona totalmente a este objetivo. Em momento algum, durante os anos de curso, eu me senti incapaz ou com coisas demais a fazer. Simplesmente aprendi a administrar bem meu tempo e a me dedicar totalmente a cada tarefa que preciso realizar e isso continua assim até hoje. O trabalho, na verdade, não foi um empecilho aos estudos. Eu sempre encarei como um complemento à minha vida acadêmica e vice-versa. O grande xis da questão é foco e dedicação total.

O fato de sua família atuar nos negócios foi o que o levou a querer cursar Administração?

Comecei minha vida profissional muito cedo, e minha educação em casa sempre foi direcionada para aprender a lidar com as pessoas. Obviamente, a decisão de cursar Administração foi um pouco influenciada pelo fato de a família ter negócios, mas não posso dizer que isso foi como uma obrigação. Sempre fui educado dessa forma e aprendi a ser apaixonado pela Administração. Acredito, inclusive, que o curso deveria ser o foco de muitos outros profissionais de outras áreas, pois abre as portas para o nosso desenvolvimento.


Quais as maiores vantagens e desafios de administrar negócios familiares?


Em um primeiro momento, o mais complicado é mostrar aos funcionários que o cargo ocupado é por competência e não por nepotismo. Outro desafio é desligar-se do trabalho ao chegar em casa, e aprender a separar as conversas e os problemas. O vantajoso é contar com outras pessoas que convivem com você e conhecem suas opiniões de forma mais profunda. Assim, resolver problemas e soluções torna-se mais fácil. Acredito também que a tradição de família e o fato de acabarmos por trazer valores aprendidos em casa para dentro do negócio tornam o ambiente mais tranquilo e favorável ao desenvolvimento de outros funcionários.


Você pretende seguir a carreira de negócios ou a acadêmica?


Participei de dois projetos no meu curso, um de pesquisa e outro de extensão, sendo que do projeto de pesquisa foi criado um artigo publicado no Anpad³ e em um evento internacional em Londres. Do meu trabalho de conclusão de curso surgiram dois artigos: um publicado no Enangrad e outro que está sendo encaminhado para publicação. No último ano fui professor colaborador na Univali no curso de Tecnólogo em Gestão de Pessoas e continuei atuando normalmente nas minhas empresas. Pretendo procurar conciliar as duas carreiras, porque os negócios são a minha verdadeira paixão. Porém, gosto muito da troca que ocorre em sala de aula. Logo pretendo fazer um mestrado, mas sem deixar os negócios de lado.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013

Liderança e RH: quais são as novas tendências para o mercado?


Em entrevista ao Administradores.com, o belga-suíço Didier Marlier, especialista em gestão e liderança, falou como o estilo de liderança e a gestão têm que evoluir para que as empresas sobrevivam à ruptura da economia



“O mundo não para”. A frase não poderia ser a mais clichê, mas, sem dúvida, é uma das mais verdadeiras. E se “o mundo não para”, os elementos presentes nele também não. Através dessa evolução e constante mudança, a nossa vida é diretamente afetada em diversas áreas. As rotinas de trabalho, a sua carreira, o dia-a-dia das empresas, todos eles estão inseridos nesse contingente que está à mercê de mutações. Ficar parado no tempo e não se adaptar a essas transformações pode ser um caminho - sem volta – rumo ao fracasso.  
O belga-suíço Didier Marlier, especialista em gestão/liderança e coautor do best-seller "Engaging Leadership", esteve no Brasil recentemente, em palestra na ESPM, para falar, justamente, sobre como o mundo corporativo vem sofrendo alterações significativas. O Administradores.com conversou com o especialista sobre algumas dessas profundas mudanças que afetam a liderança, os setores de recursos humanos, a economia e até a própria forma de administrar as empresas. Confira abaixo:

O termo liderança virou moda. Todo mundo hoje quer ser ou ter características de um líder. Até que ponto isso é positivo e negativo dentro de uma organização?

Essa é uma das características de um mundo em plena mudança. Antigamente, o conhecimento era a arma do poder entre as mãos dos “chefes”. Hoje em dia o conhecimento está na ponta dos dedos de qualquer um que tem acesso à internet. As grandes escolas (Harvard, M.I.T. etc.) colocam seus cursos de graça nos seus websites e grandes ONG estão espalhando aulas para todos. Recentemente, um dos estrategistas da Cisco viu que uma das 5 maiores revoluções do próximo futuro ia ser a democratização do ensino... Espero que ele tenha razão. Mas isso faz que a “arma do conhecimento” caia das mãos dos líderes e que todos hoje se sintam mais capazes a tomar decisões e liderar.
Vou estabelecer um paralelo aqui: está sendo estimado que o cérebro humano recebe e processa 11 bilhões de bits de informações por segundo! E sobre esses 11 bilhões, o cérebro “consciente” apenas consegue tratar entre 50 e 70... A comparação que faço é que, numa empresa, a diretoria faz o papel deste cérebro consciente. O problema e o perigo são que, hoje em dia, com o aumento da complexidade, dos riscos de caos, das oportunidades e ameaças de rupturas (tecnológicas, sociais, políticas etc...) esse cérebro consciente deveria ter capacidade de processar muito mais que 50 e 70 de informação a cada segundo.
A boa notícia está que, muitos (não todos) liderados estão dispostos e capazes de fornecer esta matéria cerebral extra que falta para a diretoria. As boas intenções estão lá, as competências também. Os liderados estão se disponibilizando para assumir mais tarefas e papel de liderança.
Então, muito mais pessoas estão se disponibilizando a assumir um papel de liderança e esta é uma coisa excelente por si. Agora, seguindo a metáfora, temos que ter certeza que eles ajudam de verdade essa diretoria, dando mais capacidade de processar informações.

Em sua palestra no Brasil você destacou: "empresas que acham que só a diretoria faz estratégias são dinossauros". Isso quer dizer que as empresas devem colocar os funcionários no processo de decisão da companhia? A ideia seria estimular a inovação em todas as áreas?

Numa empresa, muitas pessoas não estão interessadas ou não tem a competência, a curiosidade para estabelecer estratégias. Então não adianta “forçar” eles a co-criar a estratégia. O que estou dizendo é o seguinte: Sim, continuará sendo o papel da diretoria de “adivinhar o futuro” para os cinco próximos anos. Essa diretoria criará um maravilhoso PowerPoint, estabelecerá planos e roadmaps. Isso é a moda antiga de fazer e que funcionava nos tempos “simples e complicados”.
Em ambientes “complexos e caóticos” essa estratégia de dinossauros não é suficiente. Teremos que passar do conceito de estratégia, como um documento estabelecido por uma elite (diretoria) e planejar os próximos anos (e não só a diretoria) para qualquer futuro que seja, em vez de adivinha-lo.
O processo de estratégias tenta de: 1) criar uma organização inteligente (em vez de manter a inteligência ao nível elitista da Diretoria), aproveitando essa onda de pessoas formadas e competentes, querendo jogar mais um papel de líder; 2) desenvolver a organização e os liderados: o processo de estratégia, a fim de evitar ao que me referi como “câncer” (uma multiplicação desordenada de iniciativas, ordens e contraordens); 3) acrescentar a motivação dentro da empresa. Se me sinto fazendo parte do processo estratégico da empresa, vou “vestir muito mais a camisa” do que se me considero um simples peão pago para minha presença horaria.

Setores de recursos humanos, da maioria das organizações, ainda são pouco inovadoras. Qual o motivo disso e como quebrar essa barreira nessa área especificamente?

Não conheço suficientemente bem o Brasil para emitir uma opinião certa no assunto, mas devo admitir que o sentimento que tenho em geral é de uma função RH bastante conservadora e que não joga suficientemente seu papel de provocadora e “sparing partner” (termo de luta para descrever os lutadores que treinam o campeão) da Diretoria.
Vejo um motivo histórico para isso: a função foi considerada como um “mal necessário” durante muito tempo e relegada a processos jurídicos, de pagamento e controle em vez de ser realmente uma parte dos processo estratégico cuidando e desenvolvendo o ativo mais importante: as pessoas.
A função RH no Brasil sofre do peso de uma burocracia incrível e que até agora não vejo em nenhum outro país. É uma coisa grave porque absorve muitos recursos para execução de tarefas desnecessárias. Quando comparo o peso em cima dos ombros de um oficial de RH no Brasil ao que existe num país realmente liberal-capitalista como a Suíça, imagino que o RH Brasileiro está sofrendo de uma desvantagem competitiva gravíssima em termos de padrões internacionais.
Isso falado esta sendo de fato importante que a função se sinta responsável dessa gigantesca transformação que espera as empresas em termos de:
- Passar do conceito único de estratégia ao processo de estratégia;
- Passar de uma organização piramidal e hierárquica a um organismo conectado;
- Passar de um estilo de liderança “Senioridade = Superioridade” a um estilo Liderança engajadora.

Que empresas, hoje, você destacaria que estão realizando esse processo de co-criar com seus funcionários?

Sob o comando de líderes visionarios e “ligados” diria que várias empresas a níveis diferentes estão “à caminho”. Mas por exemplo, durante uma recente visita a “Vagas.com” do Mario Kaphan me impressionou bastante: Todos os funcionários estão convidados a participar do processo de elaboração da estratégia, não tem hierarquia, etc... É uma empresa que vou continuar a estudar. Mas posso mencionar também a Nextel (quando era liderada pelo Sergio Chaia), a Elekeiroz do Marcos Demarchi, a Dow do Pedro Suarez, por exemplo.
Esses lideres estão convencidos que tem que criar empresas inteligentes, alinhadas atrás de um propósito superior e comum, onde a informação flui rapidamente e as pessoas, cada pessoa se sente “dono do negócio” e autorizada a pensar estrategicamente.

Você citou também na palestra também que estamos vivendo a "economia de rupturas". O que exatamente seria isso e qual a relação dela nesse modelo de liderança e do RH buscar a co-criação?

A “economia de rupturas” é precisamente o motivo dessas mudanças profundas e necessárias em termos de estratégia, organização e liderança. Antigamente, seus competidores estavam identificados e sua empresa tinha tempo e recursos para reagir contra os movimentos deles. Isso foi até um passado recente. Lembro-me da quais obsessão, da fixação que os concorrentes da Apple na área, por exemplo, de telefones, tinham sobre o provável próximo passo da empresa do Steve Jobs. Ele tinha conseguido “fixar” as mentes e as energias delas sobre o que ele ia ou não ia fazer, impedindo lhes de estar realmente criativos.
Hoje seu concorrente pode surgir de qualquer lugar, estar um total desconhecido na sua área e até lhe destruir sem mesmo querer. Outro dia, pegando um taxi em São Paulo, vi que o taxista usava o mesmo Samsung Galaxy que o meu. Mas ele o usava com um app destinado a conectar motoristas com cliente diretamente. A vantagem estava clara: um custo incomparável, uma quantidade de clientes superior e corridas sempre cheias. Para os clientes, menos tempo de espera, a escolha garantida do taxi mais próximo e mais segurança. Esse esquema deveria acabar com os rádios taxis em pouco tempo (a melhor prova é que eles estão tentando atacar legalmente este software...).
O software foi criado em Nova York por um cliente frustrado de esperar para o motoboy encarregado de livrar a Pizza dele. Ele montou uma empresa onde os clientes registrados podiam seguir o caminho das suas pizzas porque cada moto ou bicicleta tinha um GPS. Esse sistema foi usado para taxis e aqui estamos. A Nokia provavelmente matou a Kodak sem querer, no dia que decidiu colocar câmeras “de graça” na maioria dos fones que vendia, imitada pelos outros.
A Google poderia acabar com empreses de telefone móveis se sua iniciativa O.3.B. der certo. As O.3.B. deveria lançar satélites dando acesso de graça a telefonia para vários países da África. Se isso funciona, nada os impediria de generalizar para o mundo. Se um dia a Google quiser pedir a cada um para ter esse livre acesso a telefonia móvel por satélite de abrir uma conta num banco de varejo virtual, a “Google Bank” poderia se tornar o maior banco de varejo.
Vivemos hoje num mundo onde as rupturas tecnológicas, mas também de meio-ambiente, sociedade, geopolítica e de valores estão acelerando e saindo dos confortáveis padrões que conhecemos ate agora.
Um livro chamado Wikinomics lançou o conceito do que o fenômeno de fonte aberta (open source) ia desafiar o modelo do capitalismo tradicional, a crise de 2008 faz vacilar o “capitalismo financeiro” e emergem gritos para um “Capitalismo Autentico” até nas escolas de Wharton e Harvard que nunca foram exemplo de vanguarda e socialismo... Hoje, meu colega e amigo, o futurólogo Gerd Leonhard e eu falamos de Economia de Rupturas porque essas estão acontecendo e podem estar vistas como ameaças ou oportunidades, dependendo do seu nível de preparo.

Como uma empresa pode se dar bem nessa “economia de rupturas?”

A Economia de Ruptura terá três consequências maiores sobre as empresas e as desafiará em três níveis:
1) Estratégia: no momento a estratégia é o privilegio da diretoria. Inconscientemente, trata-se de “adivinhar o futuro”. A estratégia acaba sendo um documento, acompanhado de planos de ações e “roadmaps” para que essa “aposta no futuro” se realize. Esse documento, feito em isolação do resto dos funcionários, terá que ser “vendido” para eles depois pela Diretoria.
A Economia de Ruptura com suas oportunidades pega “na hora” e suas ameaças “imediatas” requerem uma proatividade superior e, caso essa tenha falhado gera uma reação muita mais rápida. A solução está em criar uma “organização inteligente”.
Assim como o cérebro humano, do qual a capacidade analítica consciente esta limitada a 50/70 bits/second quando o cérebro recebe cerca de 11 bilhões de bits/second, a Diretoria não esta mais capaz de analisar todos os dados que recebe e deveria estar conectando no seu universo competitivo. Criar uma organização inteligente é um pouco como se o corpo humano parasse para ajudar o cérebro consciente, em que equipa os milhões de sensores da nossa pele a fim que cada um possa analisar, refletir e tomar decisões.
Para criar uma organização inteligente, a Diretoria tem que compartilhar o propósito estratégico da empresa. Ela tem que “capacitar” os funcionários para entender, analisar e decidir ao seu nível. Uma organização inteligente é mais ágil, inovadora, empreendedora que uma organização tradicional.

Em relação ao modelo antigo, as vantagens seriam...

Ela tem várias vantagens sobre o modelo tradicional:
- Um nível de desenvolvimento dos funcionários superior: todos entendem o propósito estratégico da empresa e cada um pode, ao seu nível, pensar o que fazer para criar, impedir uma ruptura.
- Ela tem dezenas de pessoas “escaneando a periferia” no sentido que, muito motivadas e capacitadas, as pessoas que trabalham para essa empresa se sentem “donos do negócio”. Eles se acham autorizados e até responsáveis de pensar, no dia a dia, sobre as oportunidades/ameaças de rupturas. Elas estão captadores de noticias que podem impactar a empresa.
- Elas estão muito mais preparadas a mudanças porque cada um entendo o como e o porque elas estão necessárias.

A segunda consequência, então, seria?

A organização. Uma organização de tipo piramidal e hierárquica não apoia a mudança de estratégia para o processo de estratégias. Ela continuará exigir a seguir a linha de comando hierárquica, impedindo iniciativas e atrasando o tempo de reação.
As organizações mais capazes de se adaptar na Economia de Rupturas serão mais “orgânicas”. Elas terão um forte propósito estratégico compartilhado (continuando a metáfora do corpo humano, seria “nos manter vivos”), menos hierárquica e burocracia. As pessoas estarão encorajadas a conectar mais entre elas. Uma Google vem obviamente na mente.
A terceira consequência será Liderança. E nada disso acontecerá se permanecemos com os dois “pecados mortais” da liderança brasileira:
- A distância do Poder: onde tanto os liderados e seus lideres mantêm uma distância formal e informal entre eles, criando desconfiança, controle, burocracia e medo. Isso esta totalmente retro guarda e não cabe dentro do esquema organizacional de uma empresa de ruptura.
- Medo do conflito e evitando feedback: o conflito criativo será necessário para criar rupturas ou se defender contra elas. Evitar, tentar de adivinhar a resposta que o chefe quer ouvir são comportamentos herdados dos tempos da escravidão e não estão mais toleráveis nas empresas do futuro.
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Baixos salários e falta de plano de carreira desmotivam profissionais do Rio de Janeiro, aponta pesquisa


Pesquisa realizada pela Page Personnel identifica como os executivos do Rio lidam com as expectativas e oportunidades no mercado de trabalho fluminense



A empresa de recrutamento Page Personnel realizou um estudo no Rio de Janeiro que apontou que os maiores contribuidores para a desmotivação de profissionais são os baixos salários e a falta de um plano de carreira estruturado.
De acordo com o levantamento, mais da metade dos consultados (51,1%) estão desmotivados com os salários oferecidos e 48,9% desanimados com a ausência de um plano de carreira. 
“Os profissionais do Rio estão investindo na carreira, com educação, idiomas, sistemas e muito trabalho. É natural que busquem reconhecimento financeiro pelo seu esforço”, explica Luis Fernando Martins, gerente executivo da Page Personnel no Rio de Janeiro.
A pesquisa foi realizada em janeiro deste ano com 400 profissionais do Rio de Janeiro. Participaram do levantamento analistas, coordenadores e gerentes de diversos setores.
Na área de finanças, o maior problema apontado nas oportunidades é a falta de plano de carreira (com 53,8% das respostas). Para os profissionais de vendas, salário é o maior problema (70%) e para a área de operações, falta de plano de carreira e de treinamento são os maiores problemas apontados (41,7%). 
O que desmotiva os profissionais no RJ:
Baixos salários
51.10%
Falta de plano de carreira
48.90%
Falta de treinamento
25.00%
Benefícios inadequados
21.60%
Falta de cultura de networking
19.30%
Falta de empresas multinacionais
12.50%
Não vejo problema nas oportunidades disponíveis
13.60%
Muita competição
11.40%
Outro
8.00%
Apesar do descontentamento, os executivos fluminenses mostraram-se otimistas em relação ao mercado de trabalho. Para 84%, o cenário para procurar um emprego é positivo ante 16% de desesperançosos. 
Na hora de buscar um emprego, os trabalhadores do Rio indicaram quais características julgam importantes. As expectativas são semelhantes aos fatores que apresentaram como deficitários no mercado fluminense: salário e ascensão profissional. Para 76,1%, o salário e a chance de crescimento aparecem como itens mais importantes para buscar oportunidades. Na sequência, aparecem ambiente de trabalho (60,2%), benefícios (42%) e treinamento/ desenvolvimento (39,8%).
Salário
76.10%
Chances de crescimento
76.10%
Ambiente de trabalho
60.20%
Benefícios
42.00%
Treinamento / Desenvolvimento
39.80%
Trabalhar na sua área
28.40%
Horário flexível / Feriados prolongados
14.80%
Home Office
6.80%
Outro (especifique)
3.40%
Salários no Rio de Janeiro estão abaixo da média do mercado paulista
De acordo com o Estudo de Remuneração 2012/2013 da Page Personnel, os salários dos profissionais no Rio de Janeiro mostraram-se inferiores aos rendimentos do mercado paulista. De todos os setores avaliados pela consultoria (Finanças, Vendas, Bancos, Marketing, TI, Seguros, Engenharia e Manufatura, Propriedade e Construção, Suprimentos, RH, Secretariado e Administrativo), foram registrados ganhos superiores aos de São Paulo apenas nos segmentos de TI e Engenharia e Manufatura. 
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10 frases de empreendedores e pensadores cuja trajetória nos inspira


Através de bons exemplos podemos nos inspirar a sermos empreendedores cada dia melhores e maiores


Há empreendedores e grandes pensadores que nos deixam como legado suas histórias, ideologias e escolhas na vida. Através destes exemplos podemos nos inspirar a sermos empreendedores cada dia melhores e maiores a fim, quem sabe, de inspirar as próximas gerações.

Todos nós temos grandes ídolos, seja na música, nos negócios ou no meio esportivo, pois bem, hoje falaremos de empreendedores e pensadores que são considerados ídolos no meio empreendedor. Iremos expor suas ideologias no intento de aplicá-las ao nosso cotidiano. Acompanhe:
1. "Eu realmente acredito que uma das chaves para o sucesso é ler mais do que outros"
Tom Peters, empreendedor e escritor
2. "Você tem que encontrar sua especialidade e ser o melhor do planeta nela"
Tom Peters, empreendedor e escritor
3. "Teste rápido, falhe rápido e ajuste rápido"
Tom Peters, empreendedor e escritor 
4. "Se você sempre fez algo da mesma maneira, provavelmente está errado"
Charles Kettering, empreendedor, inventor e engenheiro
5. "Eu estou convencido que a metade do que separa empreendedores de sucesso dos não-sucedidos é puramente perseverança"
Steve Jobs, Apple
6. "Preço é o que você paga. Valor é o que você recebe"
Warren Buffet, grande investidor
7. "Seu tempo é limitado, então não perca tempo vivendo a vida de outro. Tenha coragem de seguir seu coração e intuição. Eles, de alguma forma, já sabem o que você quer se tornar"
Steve Jobs, Apple
8. "Ser um empreendedor é executar os sonhos, mesmo que haja riscos. É enfrentar os problemas, mesmo não tendo forças. É caminhar por lugares desconhecidos, mesmo sem bússola. É tomar atitudes que ninguém tomou. É ter consciência de que quem vence sem obstáculos triunfa sem glória. É não esperar uma herança, mas construir uma história..."
Augusto Cury, médico, psiquiatra
9. "Não queira resolver todos os problemas no primeiro dia."
Fred Wilson, investidor
10. "Muitas vezes, as pessoas não sabem o que elas querem até você mostrar a elas"
Steve Jobs, Apple
Felipe Martins fundador e presidente da empresa Dotstore, especializada em criação e assessoria em Loja Virtual. 
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Renovar a carreira também é preciso


Para manter-se renovado, o profissional deve estar muito atento às notícias e sempre questionar-se: o que isso tem a ver comigo e minha carreira? Que oportunidade isso abre para mim?


Não são apenas as nossas esperanças e os votos de um feliz Ano Novo que devem ser renovados anualmente. A visão de nossa própria carreira deve estar sempre sob vigilância e observar as transformações do mundo. Não é uma tarefa fácil. Afinal, você consegue observar a transformação provocada por uma erupção vulcânica: ela é barulhenta, gera calor, luz, cinzas e, ao final, deixa a paisagem totalmente remodelada. Já a brisa que sopra do mar para o continente move a areia lentamente sobre novas áreas e transforma a paisagem no longo prazo. Uma pessoa menos atenta não consegue perceber e prever a sutileza dessa mudança.

Uma crise, como a que enfrentamos em 2008, é semelhante a uma erupção vulcânica: todo mundo fala a respeito, aponta onde está e a mídia dá muito destaque. Você ou alguém que você conhece provavelmente foi atingido por essa crise. Tradução: perdeu o emprego.
Já uma inflação anual de 6%, para os padrões brasileiros, é como uma brisa. Em um ano, o indivíduo não percebe muito a perda de seu poder de compra, entretanto, em quatro anos terá perdido 25% dele.
Mas e se essa transformação for invisível aos olhos? Quem irá perceber? Vivemos numa era na qual a natureza dos negócios é a tecnologia. Quando vejo um avião ou um caminhão em movimento, fico pensando que essas máquinas somente estão lá porque alguém apertou um botão. Se ele continuar a ser pressionado, a carreira do comandante e de sua tripulação, assim como a do motorista do caminhão, continuarão a existir como são hoje. Se outros botões forem pressionados, elas deixarão de existir.
As finanças, que são hoje o cérebro, coração e sangue do mundo, percorrem esse caminho invisível da tecnologia. Por motivos financeiros, empresas surgem e desaparecem em questões de dias, promovendo ou acabando com empregos e carreiras.
Para manter-se renovado, o profissional deve estar muito atento às notícias e sempre questionar-se: o que isso tem a ver comigo e minha carreira? Que oportunidade isso abre para mim? O que devo aprender para estar preparado para o mundo daqui a cinco ou dez anos?
Assim como o processo de renovação celular nada mais é que a morte das células antigas e o nascimento das novas, temos de aprender a matar nossas visões ultrapassadas e aprender com aquelas que estão nascendo.
Não é uma tarefa simples. Imagine o fotógrafo que não conseguiu prever (ver?) que a fotografia digital, aliada à internet, criaria competidores no mundo todo e que reduziria a necessidade de seus trabalhos dedicados a uma única empresa. Ou o proprietário de uma loja de artigos esportivos que vê suas vendas e das lojas concorrentes ao redor cair ano após ano, sem se dar conta que as vendas continuam acontecendo, mas agora pela rede.
Gás de xisto, redes sociais de trânsito, meios de pagamento pelo celular e mudanças de regras no setor de energia são alguns temas da atualidade. O que isso tem a ver com sua carreira? Somente você pode dizer. Mas, para isso, terá de apertar alguns botões, conversar com pessoas que nunca conversou e pensar coisas que nunca pensou.
Renovar vale para a vida profissional e também para a particular. Renove sua inspiração nas pessoas ao seu redor, principalmente familiares e amigos. Se necessário, renove as pessoas que o cercam. Mas, acima de tudo, renove a si mesmo a cada instante. Viver ainda é o maior presente! Faça valer a pena!
Sílvio Celestino - Sócio-fundador da Alliance Coaching e autor de Uma Fórmula de Sucesso para sua Carreira. 
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Veja quais são os 12 profissionais mais escassos no mercado


Empresas aguardam até 120 dias para encontrar um candidato qualificado, segundo a Page Personnel

120 dias. Esse é o período que uma empresa pode demorar para encontrar um profissional qualificado, de acordo com levantamento Page Personnel, que revela quais são os profissionais mais escassos no mercado.
"A escassez de mão de obra no mercado nacional passa por todos os segmentos e atinge diretamente o nível de produtividade das empresas. Hoje o processo de recrutamento está mais longo e exige um nível de exigência e conhecimento das consultorias para encontrar o candidato certo. Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil. Hoje a busca por profissionais é mais demorada do que ocorria há três anos", explica Roberto Picino, diretor-executivo da Page Personnel.
Imagem: Shutterstock

Confira abaixo a relação dos profissionais mais escassos no mercado, o salário médio, tempo médio para recrutamento e perfil adequado para a vaga:

1) Supervisor de Produção

Tempo médio de recrutamento: 30 a 60 dias
Salário médio: R$ 6,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa entender a cadeia de produção e unir o lado lógico e o humano para que consiga lidar com a gestão de pessoas. O supervisor deve garantir que haverá matéria-prima suficiente para a produção e minimizar os gargalos que venham a surgir garantindo a eficiência e reduzindo custos de produção. Algumas empresas requerem profissionais especializados em seu segmento e em uma determinada área. Outras companhias seguem a linha multiprofissional, ou seja, buscam profissionais que entendam de diversas áreas e segmentos.

2) Técnico de Campo (manutenção eletromecânica)

Tempo médio de recrutamento: 30 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 4 mil
Perfil necessário para a vaga: o técnico de campo é um dos profissionais mais requisitados em empresas de máquinas, equipamentos e serviços. Ele é responsável pela manutenção (elétrica, mecânica e em automação) dos equipamentos e linhas de produção nos clientes da empresa na qual trabalha. A maior dificuldade é encontrar profissionais com conhecimento nas três áreas e com total disponibilidade para viagens frequentes.

3) Consultor em Engenharia

Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 3 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: profissional muito requisitado por conta do conhecimento técnico na área específica da consultoria. A maior dificuldade é encontrar um profissional com esse conhecimento específico e que apresente um perfil dinâmico e agressivo de consultoria, além da disponibilidade para viagens.

4) Vendedor Key Account Sênior - Inglês fluente e boa penetração nas grandes redes de supermercado

Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 6.000 + comissões mensais
Perfil necessário para a vaga: gestão de carteira de clientes de grandes redes. Responsável pela negociação de contratos com compradores. Definição e implementação de ações promocionais com o objetivo de melhorar exposição dos produtos nas redes e incremento de vendas. Gestão de custos, rentabilidade e volume de vendas.

5) Analista de Revenue Management

Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 3.000 a R$6.000
Perfil necessário para a vaga: responsável pela gestão de receitas nas operações de vendas, gestão de preços, margem e investimentos de trade, construção e análise de P&L e dados de vendas. Elaboração de relatórios gerenciais, cruzando informações financeiras da empresa com informações de mercado. Analisar custos e despesas por produto e canal de vendas, antecipando necessidades de ações de preço ao mercado.

6) Analista de Inteligência de Mercado

Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 5.000 a R$ 6.500
Perfil necessário para a vaga: municiar as áreas de Marketing e Vendas com informações referentes aos mercados, levantando e analisando situação da concorrência, movimentações estratégicas, posicionamento e novos entrantes em potencial. Analisar o posicionamento estratégico da empresa, apontando eventuais possibilidades de obtenção de vantagem competitiva. Elaborar relatório mensal de performance de vendas da empresa frente aos concorrentes, com base em informações de mercado.

7) Analista de Gerenciamento por Categoria Sênior

Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 5.200 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: gerar informações sobre o consumidor e as novas práticas de mercado visando à melhoria dos planos de ação de gerenciamento por categoria. Desenvolver planogramas (estratégia de exposição e organização das marcas nos diferentes canais de vendas) direcionados por canais e regiões. Desenvolver os processos internos referentes ao gerenciamento de categorias, coordenando e suportando a equipe de vendas na elaboração do plano da categoria. Avaliação do desempenho do cliente e mercado, estratégias e táticas para a categoria (Preço, promoção, espaço e mix). Acompanhar a evolução dos produtos, share, distribuição, preço e posicionamento da marca. Acompanhar efetivamente as ações da concorrência e gerar ações que auxiliem a minimizar ou bloquear o seu possível impacto. Contribuir para o desenvolvimento de parcerias com os clientes, visando aprimorar o relacionamento comercial.

8) Analista de Marketing Digital / E-commerce

Tempo médio de recrutamento: 60 a 90 dias
Salário médio: R$ 4.500 a R$ 5.500
Perfil necessário para a vaga: liderar projetos digitais com desenvolvimento e administração de conteúdo de websites de e-commerce e campanhas de mídia online. Geração e análise de relatórios de métricas online, com foco no resultado e usabilidade do websites, a partir de ferramentas como Google Analytics.

9) Demand Planning (Planejamento e Demanda)

Tempo médio de recrutamento: 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional precisa de uma visão geral da cadeia de supply chain. Forte interface com produção, logística e comercial - tanto vendas quanto compras. O profissional deve gerar a previsão de vendas de determinado produto / linha de produtos baseado em fatores como histórico de vendas, previsão de demanda, nível de estoque, sazonalidade, entre outros. As empresas buscam profissionais analíticos o suficiente para ter a previsão mais assertiva, assim como estratégicos para acompanhar as alterações no plano e gerar resultados mais próximos da realidade. O idioma inglês acaba sendo exigido em mais de 90% dos casos.

10) Projetos Logísticos

Tempo médio de recrutamento: 90 dias
Salário médio: R$ 4,5 mil a R$ 9 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de projetos logísticos está inserido em operadores logísticos, varejo ou indústria. Como operador logístico, precisa ter uma visão ampla de processos, já que lida com segmentos diversos com urgências e particularidades distintas. As atividades poderão ser voltadas tanto para o dimensionamento / planejamento, implementação ou melhoria do projeto.

11) Strategic Sourcing (Compras Estratégicas)

Tempo médio de recrutamento: 45 a 60 dias
Salário médio: R$ 4 mil a R$ 8 mil
Perfil necessário para a vaga: o profissional de Strategic Sourcing traz uma visão estratégica para a área de compras. Perfil comercial arrojado, com forte habilidade de negociação. Visão macro do processo desupply chain, além de trazer novas alternativas para o negócio, considerando custo-benefício, melhor qualificação de fornecedores, savings entre outros fatores. Este profissional é peça estratégica, pois movimentará a cadeia de suprimentos, otimizando o fluxo do processo e trazendo melhorias de qualidade, custos, entre outros. As empresas buscam por perfis com visão ampla e estratégica do mercado fornecedor, econômico, financeiro etc. Fluência em inglês é fundamental.

12) Vendedor Técnico

Tempo médio de recrutamento: 90 a 120 dias
Salário médio: R$ 6.000 a R$ 7.000
Perfil necessário para a vaga: formação em Química ou Engenharia Química / Experiência comercial no mercado cosmético. Gestão de carteira de clientes no segmento cosmético, prospecção de novas contas, venda consultiva e participação de feiras e eventos do setor. 
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